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    EMPRESA COMPRA CIDADE CRIA O 'OASIS DA CANNABIS' NOS USA
    18 de agosto de 2017
    Uma empresa Norte Americana especializada em derivados de maconha, comprou recentemente uma grande terreno na Califórnia para construir uma espécie de oásis da maconha no local. A pequena cidade é chamada Nipton. A American Green Inc. comprou o terreno, que tem 120 acres e apenas 20 habitantes, por US$ 5 milhões e planeja estabelecer seu oásis de cannabis, fabricando comestíveis, banhos minerais e outras coisas. A empresa quer criar uma verdadeira experiência de ecoturismo para consumidores conscientes de cannabis". Para renovar a terra, a American Green gastará US$ 2,5 milhões nos próximos 18 meses. O primeiro plano de negócios é construir um lugar para engarrafar água com cannabis. Depois virão outros produtos incluindo "postos avançados de produtos de cannabis, programação artisticas e eventos culinários, entre outros." O presidente e CEO da American Green, David Gwyther, quer que este seja um exemplo positivo para o futuro: "Estamos entusiasmados em liderar um verdadeiro green rush ... A revolução da cannabis que está acontecendo nos EUA tem o poder de revitalizar as comunidades do mesmo modo que o ouro fez no século XIX ". A cidade de Nipton foi inicialmente formada durante a corrida do ouro, mas está praticamente vazia desde a década de 1950. Hoje é praticamente uma cidade fantasma, principalmente por causa da sua localização pobre, mas agora a indústria de cannabis pode ajudar a revitalizá-la.   [via: Dazed, photo credit: CBS News]      
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    Sim, a Notícia é Fake , mas bem que poderia ser verdade!
    19 de agosto de 2017
      campanha-fake-do-burger-king-ganha-redes-sociais Sim, a Notícia é Fake , mas bem que poderia ser verdade! Circulou pelas redes Na tarde de hoje (18), nos grupos do mercado de comunicação do WhatsApp e Facebook, a suposta peça de uma campanha publicitária do Burger King, o que causou  um certo barulho. a Trata-se de uma ação apoiando a Marcha da Maconha, que funcionaria da seguinte forma: todas as notas fiscais seriam emitidas pelo fast-food em papel de seda durante o evento. Acho que não é preciso explicar o resto, certo? O mote criativo é “abrindo apetites e quebrando tabus”. O Responsável pela assessoria de imprensa da agência David, que cuida da comunicação da marca BK e confirmou que a ação não foi criada por seu cliente.  Uma busca por imagem no Google nos leva ao portfólio de um diretor de arte chamado Guilherme Filippoff. Até agora não conseguimos contato com ele. Porém uma dúvida fica no ar, seria uma campanha criada pela agência para divulgar a marca e negar a sua autoria? Nós da KNBZ estamos ligados a todas as possibilidades, uma coisa é certa, Se é uma campanha da empresa ou não nunca saberemos, de qualquer forma uma bela exposição da marca nas redes.  
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    Secretário de Saúde é preso por não disponibilizar Maconha Medicinal
    29 de setembro de 2017
      O Secretário de Saúde de MT, Luiz Soares, foi preso  sexta-feira (22) por descumprimento de liminar que obrigava a entrega de medicamento à base maconha a uma criança com problemas especiais. As informações são da Gazeta Digital. O secretário de Estado de Saúde, Luiz Soares, afirmou que o Estado não tem obrigação de fornecer a pacientes o medicamento canabidiol, que tem em sua composição uma substância derivada da maconha, e justifica que o remédio não faz parte da lista do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, os magistrados o estão confundindo com “fornecedor de maconha”, de modo que vai pedir “uma sala permanente no Centro de Custódia”, como ironia ao desrespeito à liminar que motivou sua prisão Soares foi preso  sexta-feira (22) por descumprimento de liminar que obrigava a entrega de medicamento à base canabidiol a uma criança com problemas especiais, moradora de Nova Canaã do Norte (699 km de Cuiabá). A decisão foi do juiz Fernando Kendi Ishikawa, revogada horas depois pelo desembargador Paulo da Cunha, por ilegalidade. Além desta decisão, no final de semana, a juíza de Poconé, Kátia Rodrigues Oliveira, também determinou o fornecimento do medicamento a um paciente da cidade. De acordo com o secretário, as decisões desrespeitam a determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que desobriga o fornecimento de medicamentos não contemplados em lista do SUS. “A coincidência está em que, de sexta para sábado, uma juíza de Poconé também emitiu uma ordem, que na sequência ela desfez, exatamente pelo mesmo produto. A não ser que estejam me confundindo com fornecedor de maconha aí, me desculpa, mas não é por aí”, disse Soares, durante coletiva de imprensa. Soares explicou que existem apenas cinco casos em Mato Grosso, cujos pacientes têm direito a receber o medicamento, pois a entrega precede a decisão do STJ que “determinou que todos os juízes, gostem ou não, são obrigados a cumprir e engolir esta, que tem que estar na lista oficial do SUS, qualquer medicamento, ou esta lá ou não pode dar liminar”, afirmou. O secretário aproveitou ainda para criticar o magistrado de Nova Canãa, afirmando que ele não teria direito de desrespeitar a lei e que esta não se submete “às suas vontades ou vaidades pessoais, ainda que empoderado por concurso público”. “Não vou desistir. Se assim insurgir uma regra, eu quero pedir já ao (Secretário de Direitos Humanos Airton) Siqueira que arrume uma sala permanente no CCC, porque eu vou entrar lá e trabalhar para a consolidação do SUS”, disse. Já com relação ao caso do paciente de Nova Canãa, Soares garantiu que o dinheiro para o medicamento já foi depositado. Porém, destacou que a partir de agora será analisando caso a caso. “Este chegou ao extremo do extremo do desrespeito à lei, alguém que entende que suas vontades, seus desejos e suas decisões são superiores àquilo que todos nós temos que nos submeter”, afirmou. Desculpas – Soares aproveitou ainda para pedir desculpas aos usuários do SUS e à sua família pela prisão a qual foi submetido. “Quero pedir sinceras desculpas, de verdade, ao povo do SUS do Estado. Mais especificamente à minha família, que está apreensiva e que acompanha desde cedo esse desnecessário constrangimento ilegal”, afirmou. Além disso, o secretário defendeu o SUS e garantiu que vai continuar trabalhando para sua plena consolidação. “Eu tenho fé no SUS, sou defensor do SUS há muito tempo. (…) sempre com foco no cidadão, por entender que é possível que a maior politica da história da República, que é o SUS, possa se consolidar, sabendo que o SUS tem seus inimigos, que são muitos e poderosos. Não vou desistir e continuar trabalhando”, encerrou.
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    Estudo Norte Americano revela que 1/4 dos pacientes com câncer usa maconha medicinal
    29 de setembro de 2017
    Segundo o estudo publicado na revista Câncer mostrou que um quarto dos pacientes sobreviventes da doença já fizeram uso da maconha para aliviar os sintomas físicos e psicológicos. O principal uso da erva entre pacientes oncológicos se dá para o alívio de náuseas na quimioterapia, mas há outros usos não totalmente mapeados por estudos clínicos. As informações são do G1. Um quarto dos pacientes sobreviventes do câncer fizeram uso da maconha medicinal no último ano para aliviar sintomas físicos e psicológicos nos Estados Unidos, informa estudo publicado nesta segunda-feira (25) na revista científica “Cancer”, publicação da American Cancer Society. A pesquisa também mostrou que uma legislação mais permissiva em muitos estados americanos contribuiu para esse número. Segundo o levantamento, 24% dos pacientes usaram maconha no último ano — o que estima o uso associado ao tratamento do câncer — e 21% fizeram uso no último mês. Os dados foram consistentes com análise de urina feita por pesquisadores, que mostrou que 14% havia feito uso de cannabis sativa na última semana. Se considerado o uso em alguma vez no passado, sem um período determinado, mais da metade (66%) informaram o consumo. Atualmente, mais da metade dos estados nos Estados Unidos aprovam leis que permitem o uso da maconha medicinal de alguma forma. O estudo mostra que, se a disponibilidade da planta começar a crescer, mais pacientes terão acesso à maconha para o tratamento do câncer. O principal uso da erva entre pacientes oncológicos se dá para o alívio de náuseas na quimioterapia, mas há outros usos não totalmente mapeados por estudos clínicos. Por isso, foi também com o objetivo de entender esse uso que o pesquisador Steven Pergam e sua equipe entrevistaram 926 pacientes no Seattle Cancer Center Alliance. O grupo descobriu que, além do uso para sintomas físicos (dor e náuseas), pacientes com câncer também utilizaram a cannabis por razão psicológicas: para lidar com o estresse, depressão e insônia. Falta de informação e problemas A pesquisa demonstrou também que a maioria dos pacientes nesse grupo teve um forte interesse em aprender sobre maconha durante o tratamento — e 74% procurou informações sobre o assunto em associações de cuidados com o câncer. De acordo com os pesquisadores, embora quase todos os entrevistados desejassem que seus médicos fornecessem mais informações sobre o assunto, a maioria relatava que eles eram mais propensos a obter informações de fontes fora do sistema de saúde. “OS PACIENTES COM CÂNCER DESEJAM, MAS NÃO ESTÃO RECEBENDO INFORMAÇÕES DE SEUS MÉDICOS DE CÂNCER SOBRE O USO DE MACONHA DURANTE O TRATAMENTO”, DIZ PERGAM, EM NOTA SOBRE O ESTUDO. O pesquisador espera que mais estudos ajudem a avaliar os riscos e benefícios da cannabis nessa população e que a comunidade científica ajude médicos a informar mais sobre o tema — já que o uso da maconha pode não ser benéfico para todos os pacientes e gerar efeitos colaterais indesejados. “A INFORMAÇAO É IMPORTANTE, PORQUE SE NÃO EDUCARMOS NOSSOS PACIENTES SOBRE MACONHA, ELES CONTINUARÃO A OBTER SUAS INFORMAÇÕES EM OUTRO LUGAR.” O uso da maconha medicinal no Brasil No Brasil, é permitida a importação de um derivado da cannabis, o canabidiol (CBD), para casos em que não há outros tratamentos disponíveis. Também é possível a importação de outros produtos, com o tetrahidrocanabinol (THC) como base, desde que pedido a importação diretamente na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com laudo médico e receita. Neste ano, a Anvisa também incluiu a maconha na lista de plantas medicinais, mas não liberou o uso, que continua proibido no Brasil. A inclusão apenas reconhece o potencial da erva para pesquisas futuras e regulamentações de medicamentos, o que permite desburocratizar processos de aprovação no futuro. Em janeiro de 2017, a agência aprovou o registro do primeiro medicamento à base de maconha no país, indicado para a esclerose múltipla. Na Justiça, alguns pacientes que não tiveram condições para comprar medicamentos importados e tinham doenças graves, conseguiram autorização para o autocultivo.
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    Justiça do Rio confirma liminar com a liberação da maconha medicinal
    29 de setembro de 2017
    A Justiça do Rio de Janeiro confirmou recentemente uma liminar dada em dezembro de 2016 a um casal carioca que planta cannabis sativa em casa para auxiliar o tratamento de uma doença crônica de sua filha. Marcos Lins e Margareth Brito obtiveram um habeas corpus preventivo para o cultivo e o processamento da erva em casa. Ou seja, não terão que importar maconha ou comprar cannabis da industria farmacêutica, eles mesmo poderão produzir o próprio óleo. Segundo laudos médicos apresentados pela defesa do casal, a menina teve redução de até 60% de suas crises convulsivas após o uso, sob supervisão médica, de um extrato artesanal oriundo da cannabis. O passo é considerado por nós como um grande passo para a descriminalização do cultivo de maconha no Brasil.
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    Em consulta pública do Senado o cultivo de maconha para uso próprio tem apoio esmagador
    29 de setembro de 2017
      Por todo o mundo a maconha vem sendo regulamentada. No Brasil, a regulamentação ainda engatinha, mas a população não cansa de votar a favor da descriminalização do cultivo da cannabis sativa para uso próprio é maioria esmagadora em consulta pública que do site Senado. As informações são do Congresso em Foco. Uma consulta pública ativa no site do Senado revela que a grande maioria dos internautas que se manifestaram até esta sexta-feira (15) apoiam a “descriminalização do cultivo da cannabis sativa” para uso próprio. Essa a ementa da enquete lançada pelo Portal e-Cidadania sobre a Sugestão 25/2017, protocolada em 10 de agosto, apoiada por ampla maioria: até o fechamento desta matéria, 90.042 votantes se disseram a favor da descriminalização, enquanto 12.091 se posicionaram contrariamente à ideia. O assunto tem sido debatido na Casa desde 2014, com o pedido do Cristovam Buarque (PDT-DF) à Consultoria Legislativa da Casa de estudo sobre a viabilidade de transformar em projeto de lei uma proposta que libera o uso recreativo, medicinal ou industrial da droga. A sugestão resultou da Ideia Legislativa nº 78.206, proposta pelo cidadão Gabriel Henrique Rodrigues de Lima, morador de São Paulo. Na justificativa, Gabriel alega que será inevitável a descriminalização do cultivo da planta cannabis no longo prazo. O proponente elenca vantagens que, em sua opinião, derivariam da descriminalização do cultivo da erva para uso próprio, entre eles a possibilidade de tributação do produto, gerando caixa para o erário; a qualidade de vida dos consumidores e o fato de que cidadãos cumpridores da lei não precisariam recorrer ao submundo do tráfico para fazer uso recreativo da droga. Cultivo de maconha para uso próprio tem apoio da maioria em consulta pública Mas, se depender do relator da sugestão legislativa, categoria de proposição reservada à população, a ideia não sairá do papel. O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) já emitiu parecer contrário à tramitação da matéria na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado. Na última quarta-feira (13), a matéria foi discutida em audiência pública, mas o debate não foi suficiente para mudar a decisão de Petecão, que citou diversas razões para rejeitar a matéria. LEIA O RELATÓRIO DO SENADOR SÉRGIO PETECÃO “Embora o tema seja bastante controverso, existindo argumentos favoráveis e contrários à sua descriminalização, entendemos não ser conveniente e nem oportuna a apresentação de projeto de lei neste sentido”, diz Petecão na análise do relatório. “Ressalte-se ainda que, na audiência pública realizada na CE [Comissão de Educação], o médico Ronaldo Laranjeira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), alertou para os graves danos sociais causado pela liberação da droga. Como exemplo, citou a experiência de legalização da maconha no estado de Denver, nos Estados Unidos, onde o uso crescente da maconha incentivou o consumo de produtos alimentícios considerados prejudiciais à saúde (chocolates, biscoitos, bebidas energéticas etc) e também de cigarros eletrônicos”, acrescenta o senador, para quem “a sociedade brasileira não está preparada para a descriminalização do uso da cannnabis para uso recreativo e a sua consequente regulamentação”. No encerramento da análise, Petecão faz menção a outra pesquisa feita pelo Senado, esta há cerca de três anos. “Finalmente, cabe destacar pesquisa de opinião de abrangência nacional, promovida pelo Serviço de Pesquisa DataSenado […] sob o título Legalização da Maconha, onde [sic] foram ouvidas 1.106 pessoas de 16 anos ou mais. Nessa pesquisa, 42% dos entrevistados são contrários à legalização da maconha, sendo que, em relação aos demais, 48% é favorável [sic] à legalização apenas para fins medicinais e apenas 9% é [sic] a favor da legalização para todos os fins (inclusive recreacionais). Ademais, 67% discordam de que, com a legalização da maconha, o tráfico irá diminuir, e 82% afirmam que o uso legal da maconha fará com que o usuário experimente drogas mais pesadas”, concluiu Petecão. À espera do Supremo O site ‘Congresso em foco’ mostrou em 28 de março, está pendente no Supremo o julgamento de um recurso apresentado por um ex-preso de Diadema (SP), condenado a dois meses de prestação de serviços à comunidade por porte de maconha. A droga foi encontrada na cela dele. Se a maioria da corte julgar inconstitucional o artigo da lei contestada, o porte de droga para consumo pessoal estará, na prática, descriminalizado. O recurso é relatado pelo ministro Gilmar Mendes. Em 2015, ao examinarem esse caso, Barroso e outros dois dos 11 ministros votaram pela liberação do porte de maconha para uso pessoal. O julgamento foi interrompido por pedido de vista de Teori Zavascki. Caberá ao seu substituto, Alexandre de Moraes, seguir com o processo. De perfil progressista, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Roberto Barroso e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já defenderam publicamente a legalização, com regulação rígida pelo Estado, de todos os tipos de drogas no país. Para o ministro, a legalização das drogas quebraria o poder do tráfico nas comunidades carentes e reduziria os casos de vítimas inocentes, que morrem por causa de bala perdida em favelas e de jovens humildes cooptados pelo tráfico. Já Fernando Henrique Cardoso admitiu ter adotado política errada nessa área em seus dois mandatos presidenciais. “Estamos precisando de alguma ousadia. Minha posição é legalização e regulação rígida do Estado. A droga é ruim, e portanto o papel do Estado é desestimular o usuário e combater o traficante”, disse o ministro. “Não sei se vai dar certo, mas quando regula, se diz onde vai vender, tributa e proíbe a venda a menores. Se der certo, estende para a cocaína”, acrescentou.  
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    Senado vai debater a descriminalização do cultivo de maconha para uso pessoal
    29 de setembro de 2017
    A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou, nesta quarta-feira (13), requerimento de audiência pública para discutir a descriminalização do cultivo da maconha para uso pessoal. O tema é objeto da sugestão legislativa 25/2017, cujo relator é o senador Sérgio Petecão (PSD-AC). A intenção de Petecão é ouvir as opiniões das pessoas sobre a possibilidade de os usuários plantarem a própria cannabis, como sugeriram os internautas por meio do e-Cidadania, para decidir em seu relatório se a proposição deve prosseguir no Parlamento como projeto de lei. — É um tema polêmico, está na ordem do dia, não podemos nos esquivar e correr desse debate. A comissão poderá dar uma contribuição grande para que possamos aprovar ou não esse tema no Senado — afirmou.
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    GloboNews mostra a venda da maconha no Uruguai e entrevista advogado para entender como está a legalização no Brasil
    29 de setembro de 2017
    O grupo Globo, dessa vez através do seu canal GloboNews enfatizou como anda a regulamentação da maconha no Uruguai, mostraram parte do processo de compra e venda de maconha no Uruguai, a matéria no canal privado deixou de ser tão rasa quando chamou, na tela do estúdio, o advogado Emílio Figueredo, conhecido consultor jurídico da Marcha da Maconha e da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas que comentou como anda a possível legalização da maconha no Brasil e o que estão fazendo para “acelerar” esse processo. A REFORMA defende cultivadores e usuários que são presos injustamente pelo sistema falho de segurança pública e de saúde do nosso país.
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    Como a legalização das drogas ajudaria o Rio de Janeiro?
    4 de outubro de 2017
    Quatro especialistas ouvidos avaliam a ligação entre criminalização das drogas e violência urbana. Confira Depois de um cotidiano de extrema violência que durou uma semana, há pouco mais de dois dias a comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro, vive uma relativa paz. Na terça-feira 26, quinto dia de ocupação das forças de segurança, não houve registro de tiroteio. Enquanto duas facções brigam pelo domínio do território, a população sofre as consequências e vê sua rotina alterada, com serviços públicos sem funcionamento e ruas interditadas. Em meio a um confronto direto de lideranças do tráfico, moradores pedem "socorro" por meio de bilhetes, conforme reportagem do Jornal Nacional. Um dos desabafos, escrito à mão numa folha de papel, pede que as autoridades acabem com um depósito clandestino de gás na comunidade. O estabelecimento ilegal cobra, pelo botijão, R$ 92, informa o morador. Ainda na terça-feira, um helicóptero do Exército sobrevoou a Rocinha e soldados lançaram panfletos que pedem a população que denuncie os esconderijos de criminosos. Desde o dia 16, o Disque-Denúncia recebeu 284 denúncias sobre os confrontos da comunidade. A calma, porém, é aparente. As raízes de episódios como esse são mais profundas e estão ligadas principalmente a como o poder público trata a questão das drogas. Por isso, Ouvimos quatro especialistas que trabalham a questão das drogas e da violência por diversas perspectivas na tentativa de responder uma única pergunta: como a legalização das drogas ajudaria o Rio de Janeiro? Confira o que eles disseram. Cristiano Maronna, secretário executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas Muitos perguntam: estamos preparados para uma legalização? E eu costumo responder que a gente não está preparado é para a proibição. A proibição gera essa situação, de as drogas, apesar de proibidas, circularem livremente. Quem quer sabe onde comprar e onde usar. Além disso, a proibição gera corrupção, violência, superencarceramento e fortalecimento do crime organizado. Quando você transforma uma atividade que é clandestina em uma atividade regulada, primeiro tem a arrecadação de tributos, o que para um estado que está falido como o Rio de Janeiro seria algo positivo. Além disso, se a gente pensar pelo lado dos recursos que são utilizados pela segurança pública na guerra contra as drogas, e também para saúde das pessoas - o Rio de Janeiro é um dos centros de referência em medicina para ferimentos causados por armas - isso tudo seria um ganho social enorme, além de se permitir que as pessoas hoje envolvidas no tráfico de drogas tenham uma atividade lícita. Qualquer modelo regulatório deve levar em conta a inclusão das pessoas. Sem um projeto de desenvolvimento das comunidades hoje envolvidas com o negócio do tráfico não há sucesso. Esse passo precisa ser dado levando em conta a necessidade de incluir essas pessoas. Isso passa também por uma reforma das polícias, porque é evidente que essa polícia que temos hoje, completamente envolvida com o negócio tráfico de drogas, corrompida, deixa de fazer sentido num modelo regulado. Ana Clara Telles, pesquisadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) e co-coordenadora do Movimentos: Drogas, Juventude e Favela Legalização e regulação do mercado das drogas hoje consideradas ilícitas não solucionaria todos os problemas de segurança pública do Rio de Janeiro, mas seriam um primeiro passo no sentido de reconhecer que erramos na forma como escolhemos lidar com essas substâncias. A ilegalidade do comércio de drogas entrega a grupos armados o controle de um negócio bilionário e alimenta o ciclo de violência e de corrupção associadas a esse mercado ilícito. Legalizar devolve ao Estado a capacidade de regular a produção, a venda e o consumo dessas substâncias de maneira eficiente, respeitando direitos constitucionais. Mas legalizar e regular não são medidas suficientes se não discutirmos, também, o racismo e a desigualdade que agem, ao mesmo tempo, como causa e consequência da proibição. Em um eventual cenário de legalização, precisaremos prevenir que quem mais sofre com a política de “guerra às drogas” - a juventude negra e pobre, moradora das periferias - seja mais uma vez marginalizado e excluído dos processos de mudança. Renato Cinco, vereador do Rio de Janeiro pelo Psol e integrante do coletivo da sociedade civil Movimento pela Legalização da Maconha A proibição das drogas, além de não funcionar em nenhum lugar do mundo, cria um mercado bilionário que é monopólio do crime. Hoje só existe arma pesada com o crime no Brasil por conta da proibição das drogas. Não vejo nenhuma medida emergencial que possa ajudar a enfrentar essa situação de violência que não seja a partir da regulamentação desse mercado. Porque é o que a gente tem visto: é a mesma política sendo implementada, ano a ano, e cada vez com mais intensidade. A gente saiu do PM de Fusca com uma espingarda para a utilização de blindado e a violência só piora. Eu não acredito que exista uma guerra às drogas, acredito que exista uma guerra aos pobres disfarçada de guerra às drogas. Existe uma história de racismo na origem da proibição. E ao longo do século XX essa estratégia de criminalização sobreviveu. Uma estratégia de criminalização da pobreza que surge racista e hoje é disfarçada de defesa da saúde pública. A legalização sozinha não vai levar ao paraíso, mas vai suspender o ciclo de encarceramento da juventude pobre. O crime que mais condena é o tráfico, e uma boa parte são pessoas desarmadas e não violentas que trabalham como uma espécie de camelôs das drogas. Essas pessoas, matriculadas na universidade do crime saem da cadeia cada vez mais violentas e articuladas. Quebrar esse ciclo do superencarceramentoé uma consequência imediata. E também fazer com que a principal atividade policial deixe de ser a repressão ao tráfico e passe a ser a elucidação dos crimes violentos. Uma outra questão importante é acabar com essa economia que atrai a juventude para o crime, porque a criminalização das drogas hoje cria o estigma da violência contra os jovens e ao mesmo tempo uma economia que os atrai. Andrea Gallassi, coordenadora geral do Centro de Referência sobre Drogas e Vulnerabilidades Associadas da Universidade de Brasília (UnB)-campus Ceilândia A guerra às drogas fracassou. As pessoas sempre usaram drogas ao longo da história da humanidade e seguirão usando. A proibição das drogas e a criminalização das pessoas que usam é uma política adotada na primeira década do século XX com o objetivo, supostamente, de preservar a saúde. Ou seja, se era proibido, esperava-se que não haveria consumo, mas isso nunca ocorreu. Especialmente na área da saúde, minha área de pesquisa, a regulação pelo Estado de toda a cadeia produtiva da maconha, inicialmente, possibilitaria a aproximação das pessoas que fazem uso problemático de drogas dos sistemas de saúde e de assistência social, o que acabaria com o paradoxo atual de o Estado que busca cuidar é o mesmo Estado que pune. Além disso, diminuiria a estigmatização que um processo penal provoca e a questão das drogas deixaria de ser vista prioritariamente como questão de polícia. Não teríamos o impacto negativo presente na sociedade causado pela criminalização das pessoas que usam drogas. Uma vez proibida, as pessoas passam a ter uma atitude preconceituosa, de rejeição e desejo por punição dos usuários. A regulação também facilitaria pesquisas científicas, inclusive para aferir a prevalência de uso na população e elevaria o investimento em ações de prevenção, tratamento, redução de danos e reinserção social, reduzindo a repressão. E ainda a regulação viabilizaria o avanço do uso medicinal de substâncias proscritas, como a maconha, no tratamento de doenças, das quais seu uso mostra-se como a melhor possibilidade terapêutica.
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    8 Excelentes espécies que você precisa conhecer!
    5 de outubro de 2017
      A seguir as melhores espécies para todos os bons apreciadores.   1) Super Silver Haze Uma das sativas mais clássicas de todos os tempos, a Super Silver Haze consiste numa bem-sucedida cruza de Haze, Skunke Northern Lights. Parentescos tão nobres lhe garantem o sabor efeitos únicos que conquistaram os jurados da primeira edição da High Times Cannabis Cup em 1997, entre diversos outros títulos em copas canábicas. De aroma cítrico levemente adocicado, é ideal para quem tem a agenda cheia e precisa começar o dia da forma mais mais enérgica possível. 2) Lemon Skunk Strain híbrida de predominância sativa (60% sativa/40% indica), a Lemon Skunk é indicada para quem curte degustar uma limonada bem docinha no café-da-manhã! Desenvolvida pela DNA Genetics a partir de dois fenótipos distintos da linhagem Skunk, a variedade possui aroma pungente e produz efeitos eufóricos após poucas tragadas. Com aproximadamente 22% de THC, é indicada no tratamento diurno de dores e estresse.   3) Tangie Outra obra-prima da DNA Genetics, a Tangie foi criada a partir de uma cruza de California Orange e Skunk. Como sugerido pelo nome, possui aroma refrescante que remete a notas adocicadas de tangerina. Os efeitos são ao mesmo tempo estimulantes e relaxantes, ativando a mente e os processos criativos e cognitivos. 4) Cinderella99 Variedade que se tornou clássica no Brasil graças aos generosos jardineiros que espalharam muitos clones por aqui, a Cinderella99 é conhecida pela potência e aroma cítrico. Carinhosamente apelidada de Cindy99, consiste de retrocruzamentos de Jack Herer conduzidos pelos Brothers Grimm a partir de algumas sementes encontradas por acaso num bud. Ao mesmo tempo em que aflora sentimentos como euforia, energia e criatividade, a Cindy  também pode causar paranoia e crises de ansiedade, sobretudo em canabistas menos experientes.   5) Sour Diesel Composto de 90% sativa e 10% indica, a Sour Diesel consiste numa híbrida de origens misteriosas. Há quem diga que se trata de uma cruza de Chemdawg 91, Northern Lights e Skunk. Já o guru Ed Rosenthal afirma que a strain surgiu a partir da combinação de Mexican Sativa e Chemo. Seja como for, o fato é que a Sour Diesel caiu no gosto dos maconheiros devido ao sabor pungente e efeitos energizantes. Pode atingir até 25% de THC, o que ajuda a aplacar fadiga, dores e estresse matinal.   6) Power Plant Não é a toa que a Power Plant tem poder até no nome. Desenvolvida pela Dutch Passion, consiste numa sativa legítima descendente de landraces sul-africanas. De aroma amadeirado intenso e picante, suas flores atingem em média 20% de THC. Euforia, criatividade e uma certa agitação estão entre os principais efeitos da strain, que deve ser consumida com moderação pelos maconheiros menos experientes. Aos demais, aposte numa dose de Power Plant para começar o dia no pique total.   7) Strawberry Cough Outra fruta muito consumida no café-da-manhã é o morango, recriado nesta saborosa variedade desenvolvida por Kyle Kushman nos Estados Unidos, mas comercializada em forma de sementes pela Dutch Passion. Mistura de Original Haze com a misteriosa (variedade lendária nos Estados Unidos, dizem que desenvolvida em meio a uma plantação de morangos), possui em média 18% de THC. O sabor adocicado e levemente ácido remete à fruta que lhe dá nome e garante um wake up maravilhoso.   8) Euforia Se você precisa socializar logo cedo, aposte nesta variedade tipicamente sativa. Outra cria dos holandeses da Dutch Passion, foi desenvolvida a partir duma série de cruzas de diferentes tipos de skunk. Com cerca de 18% de teor, a strain faz jus ao nome e será capaz de deixá-lo feliz e agitado após poucas inaladas.   Fotos   maryjuana.com.br              
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    Tribunal do DF autoriza família a plantar maconha para fins medicinais
    8 de outubro de 2017
      BRASÍLIA – O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) autorizou uma família a plantar maconha para fins medicinais. O pai e a mãe de uma adolescente de 16 anos pediram um habeas corpus preventivo porque a filha tem recomendação médica de tratamento com o princípio ativo da planta e o acesso ao canabidiol estava difícil. O pedido tinha sido negado em primeira instância, mas a 1ª Turma Criminal da Corte decidiu, por unanimidade, conceder a autorização. O relator do caso, desembargador George Lopes Leite, visitou a residência da família acompanhado de uma equipe médica do tribunal antes de tomar a decisão. — Ele fez o trabalho de um juiz. Visitou, buscou prova, juntou equipe médica, viu nossa filha em crise, e como era a medicação. Tudo para ter respaldo, segurança. É um uso medicinal e a gente vai ser acompanhado — contou o fotógrafo Renan Hackradt Rego, padrasto da menina. A adolescente tem a síndrome rara de Silver-Russel (SSR) — que afeta o seu desenvolvimento desde o útero — e teve um edema cerebral aos 3 anos, após tomar um anti-inflamatório. O edema ocasionou uma paralisia do lado direito e a menina começou a ter convulsões e dor crônica. Segundo o relato da família, ela chegou a ter 80 convulsões diárias, e uma das crises foi tão forte que ela chegou a quebrar um dos dedos da mão. Apenas dois medicamentos que usam o princípio ativo da maconha têm efeito sobre essas convulsões. A família tem autorização para importar canabidiol (CBD), mas o alto preço e questões burocráticas impedem o acesso com a frequência necessária. — Eles têm prescrição médica e autorização, mas o canabidiol custa US$ 1,2 mil por mês. E quando chega ao Brasil, sempre fica parado na Receita Federal de 60 a 80 dias até ser entregue. Por isso foi feito o pedido do salvo-conduto para o plantio — explica a advogada Daniela Tamanini.
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    Maconha pode frear câncer de mama, diz estudo
    9 de outubro de 2017
    Segundo Uma pesquisa realizada por cientistas americanos sugere que o canabidiol, uma substância encontrada na maconha, pode impedir que o câncer de mama se espalhe. Durante testes de laboratório, os estudiosos do Instituto do Centro de Pesquisa Médica do Pacífico da Califórnia observaram que o canabidiol, ou CBD, atua bloqueando a atividade do gene Id-1, que seria responsável por disseminar as células cancerígenas de um tumor para outras partes do corpo, processo conhecido como metástase. Exames anteriores realizados com o canabidiol já haviam mostrado que a substância pode bloquear as formas agressivas de câncer no cérebro e, de acordo com a nova pesquisa, o CBD também poderia atuar da mesma forma diante de células cancerígenas da mama. O estudo, publicado na revista científica Molecular Cancer Therapeutics, afirma que, como o canabidiol não tem propriedades psicoativas, o uso da substância em futuros tratamentos não infringiria as leis que proíbem o consumo da maconha. Os cientistas ressaltaram que as descobertas não têm como objetivo estimular as pessoas a fumarem maconha e que é muito improvável que a concentração de CBD necessária para o tratamento do câncer seja obtida através do consumo da droga. De acordo com o líder da pesquisa, Sean McAllister, o CBD pode, no futuro, ser a base para um tratamento não-tóxico alternativo à quimioterapia. "As opções atuais para o tratamento das formas agressivas de câncer são limitadas", disse ele. "Tais tratamentos, como a quimioterapia, podem ser eficazes, mas também são extremamente tóxicos e difíceis para os pacientes." "Este composto encontrado na maconha nos dá a esperança de que haja um tratamento que possa alcançar os mesmos resultados sem nenhum dos efeitos colaterais dolorosos", disse McAllister. Joanna Owens, do Centro de Pesquisa do Câncer, da Grã-Bretanha, pondera, no entanto, que a pesquisa com o canabidiol ainda está no estágio inicial. "Essas descobertas agora devem ser seguidas de testes clínicos em humanos para saber se o CBD é seguro e se os benefícios clínicos podem ser aplicados", disse Owens.
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